18 junho, 2010

Rafael Grampá

Já escutei alguém dizer que quadrinho é cinema de pobre. O Rafael Grampá mostra que essa relação entre quadrinho e cinema é realmente muito próxima. Ele consegue criar planos, ângulos e até inserir a trilha sonora no papel, é impressionante a sensação que se tem de estar "assistindo um filme". Sem falar no desenho e estilo próprio que ele conseguiu desenvolver, sem "copiar outros profissionais" que é muito comum nos quadrinhos. Quem desenha sabe como é difícil chegar nesse estilo próprio e alguns nunca chegam. 

Pra quem quiser saber mais sobre o Rafael Grampá:


André, você ia curtir muito.

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